Pois bem...
Como era previsível a epopeia de fazer as malas não foi tarefa fácil, muito pelo contrário, fez-me desesperar e pensar em não levar nada e comprar lá umas coisas, mas a bem da economia pessoal acabei por concluir que seria uma ideia ridícula.
Ora como sempre, voltou a repetir-se o abre mala... Fecha mal... Abre mala, tira umas coisas... Não fecha...
Abre mala, tira mais umas coisas... Fecha mala... Mas eu preciso mesmo de levar isto...
Abre mala... Troco uma peças, fecha mal e por aí...
Até que finalmente a mala fechou e decidi não tocar mais nesta.
Segunda etapa:
Vamos ao saco.
Põe as coisas, tenta fechar o saco... O saco não fecha, tira coisas, volta a encaixar-se tudo de outra forma, fecha o saco... Está quase a fechar mas ainda não é desta.
Volta a abrir o saco, volta a colocar os pertences noutra posição... Fecha Saco... Milagre! Fechou.
Mas faltavam os cintos... logo abre o saco, fecha o saco e arrebenta o fecho!
Pois...
É que, quer-me parecer, que o fechei com algum custo e ultrapassei o limite do saco... Lindo, castanho escuro com brilhos dourados e oferta da Kanebo!
Foi-se.
Morreu.
Procura outro saco, maior, volta a colocar tudo... Fechou.
Siga.
Por isso, tal como tinha prometido a mim própria, consegui colocar tudo numa mala e um saco. Não o saco pretendido, mas bem, um saco com o triplo do tamanho... Mas não contando com o tamanho, grande ou pequeno, é uma mala e um saco.
E claro, a mala com o portátil e está feito...
A Lux tem tudo preparado para ir.
Foi fácil, foi...
Mas pelo menos desta vez vou de carro e não de avião, logo poupo-me ao pesar das malas e graves problemas de nervos como aconteceu quando fui para Roma e que contei
aqui.
E assim, a Lux pode ir de férias descansada e levar tudo o que é essencial a 15 dias de praia...
Gosto disto!
(Gosto agora... Que ontem não estava a achar piada nenhuma à coisa!)
xoxo
Lux